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:: ‘Economia’

Itaú anuncia fechamento de 400 agências no Brasil

Com o objetivo de se adequar à migração das transações bancárias de clientes para canais eletrônicos e ampliar a rentabilidade, o Itaú Unibanco pretende fechar até 400 agências no Brasil.

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As informações são da agência Reuters, publicadas pela Revista Exame. O encerramento pode acontecer em duas etapas, sendo a primeira com metade dos fechamentos nos próximos 12 meses e a segunda até 2020.
Este número corresponde a quase 10% dos 4,2 mil pontos físicos do banco no país até final de março, incluindo agências e postos de atendimentos.
No fim de março, o Itaú Unibanco tinha 195 dessas agências digitais em funcionamento, 35 a mais do que um ano antes. Em comunicado oficial, a instituição bancária declarou que “a redução do número de unidades físicas é um movimento de reposicionamento da rede de agências, coerente com as novas necessidades dos clientes e o aumento da procura por atendimento em outros canais como internet, celular e agências digitais”.
“O movimento das agências está caindo e o cenário competitivo está mudando rápido”, disse uma das fontes, referindo-se a rivais mais recentes, como as fintechs e os arranjos de pagamentos.

Uol

Mais de 25 mil funcionários devem ser demitidos de empresas estatais

Segundo secretário do governo, 7 já foram aprovados e outros 4 estão em discussão. Entre as estatais que já abriram PDVs ou programas de aposentadoria incentivada estão Correios, Petrobras, Infraero, Serpro e Embrapa.

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Em meio à orientação do governo federal de reduzir custos e gerar resultados, as estatais deverão enxugar ainda mais o quadro de funcionários em 2019. Levantamento feito pelo G1, a partir de informações do Ministério da Economia e das próprias empresas, aponta que o número de desligamentos no ano poderá passar de 25 mil.
Segundo Fernando Soares, secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) do Ministério da Economia, já foram aprovados pelo governo este ano 7 programas de demissão voluntária (PDVs) ou de aposentadoria incentivada de empresas distintas.
A estimativa do governo é de um total de 21,5 mil desligamentos ao longo do ano somente com esses sete programas, o que poderá gerar uma economia com folha de pagamento da ordem de R$ 2,3 bilhões por ano.
O número não inclui o PDV anunciado em abril pela Petrobras, que pela lei não precisa de aval do governo para lançar programas de desligamento. Considerando também a expectativa de 4,3 mil demissões na petroleira, o total de desligamentos previstos no ano em estatais chega a 25,8 mil.
“Além desses, já temos outros 4 em discussão”, disse o secretário Soares em entrevista ao G1.
A lista das estatais envolvidas, entretanto, ainda não foi tornada pública. Segundo o secretário, a abertura de PDVs ou programas de aposentadoria incentivada é uma “decisão estratégica de cada empresa” e não cabe ao governo “queimar a largada”. :: LEIA MAIS »

BRASIL: Governo corre risco de ficar sem dinheiro para Bolsa Família

Com impasse no Congresso, parlamentares resistem em aprovar um crédito extra de R$ 248,9 bilhões solicitado por equipe econômica de Bolsonaro.

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Sem um bom relacionamento no Congresso, o governo corre o risco de ficar sem dinheiro para pagar benefícios assistenciais, como o Bolsa Família, a partir do segundo semestre. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Parlamentares têm resistido em aprovar um crédito extra no valor de R$ 248,9 bilhões solicitado pela equipe econômica de Jair Bolsonaro, que pede urgência na liberação para não descumprir a chamada regra de ouro – que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes.
Nem mesmo o apelo do ministro da Economia, Paulo Guedes, feito nesta semana em reunião na Câmara, surtiu efeito. Embora parlamentares reconheçam a necessidade de liberar os recursos, o assunto esbarra no descontentamento com a articulação do Planalto.
Deputados e senadores condicionam a aprovação do projeto a um diálogo maior com o Executivo e cobram esclarecimentos sobre o tamanho do crédito solicitado pelo governo. A desconfiança é de que a equipe de Bolsonaro apresenta um quadro pior do que realmente é.
O projeto que libera os recursos foi encaminhado pelo governo ao Congresso em março e desde então está parado na Comissão Mista de Orçamento. O prazo para o colegiado analisar o pedido vai até novembro, mas o governo tem pressa e quer a votação do texto até o mês que vem.
De acordo com Guedes, sem o crédito, os pagamentos de subsídios vão parar em junho, de benefícios assistenciais, em agosto, e do Bolsa Família, em setembro. Guedes declarou que o recurso também será usado para pagar a Previdência, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Plano Safra, temas sensíveis aos congressistas. “Estamos à beira de um abismo fiscal”, disse o ministro em reunião na terça-feira (14). :: LEIA MAIS »

Governo Bolsonaro anuncia que vai liberar saldo do FGTS Inativo

E os recursos do FGTS, que têm R$ 500 bilhões em estoque, voltaram à pauta. E como ocorreu no governo Temer, o presidente Bolsonaro também anunciou que vai liberar o saque dos recursos do fundo ainda em 2019. 

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A informação foi divulgada por um dos secretários especiais da Fazenda, Waldery Rodrigues, após evento no Rio, e confirmada pela Secretaria Especial de Fazenda, do Ministério da Economia.

Quem tem direito FGTS Inativo

Quando o trabalhador fica três anos (interruptos) sem trabalhar de carteira assinada, ele tem direito ao chamado FGTS Inativo. Porém, apenas poderá sacar se esse tempo sem trabalhar ocorreu a partir do dia 01 de janeiro de 2016.
FGTS Inativo, nada mais é do que o saldo restante na conta do trabalhador, que está vinculada com a Caixa Econômica Federal.
O saldo do FGTS Inativo pode ser sacado a partir do primeiro dia do mês de aniversário do trabalhador. O saldo do FGTS Inativo que fica na conta, é ajustado em 3% ao ano, mais a taxa referencial.
Se você preenche os requisitos mencionados acima, certamente você tem direito a receber o saldo do FGTS Inativo. Para isso, basta ir à uma agencia da caixa levando todos documentos.
Como consultar Extrato de FGTS 

Governo anunciará plano para reduzir preços de gás de cozinha e energia

A equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro está em vias de anunciar nos próximos dias um plano para reduzir o custo da energia no Brasil e, consequentemente, deixar mais barato o gás de cozinha e os insumos para a indústria.

Agência Brasil

Intitulado pelo ministro Paulo Guedes de “choque de energia barata”, o projeto é elaborado pelos ministérios de Economia e Minas e Energia.
Segundo uma reportagem do jornal O Globo, o plano prevê três frentes para dar mais eficiência ao setor. São ações que envolvem a venda de distribuidoras estaduais de gás, o fim do monopólio da Petrobras no setor e nova regras regulatórias por meio da Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Guedes, durante a 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, afirmou entender que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil e ainda apontou que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, da exploração da camada do pré-sal.
A avaliação é que a quebra do monopólio deve atrair novos players para o mercado, o que trará mais investimentos para o Brasil.
O foco nessa exploração de petróleo, segundo ele, vem para criar um “novo mercado de gás”. Também haveria uma nova regulamentação para que as unidades da Federação com distribuidoras locais permitam o acesso de terceiros aos gasodutos – hoje restrito – a fim de que consumidores possam comprar de qualquer distribuidor.
O projeto prevê também uma ajuda financeira aos estados, em troca de apoio à privatização das empresas estaduais de gás, além de um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para rever multas aplicadas à Petrobrás.
A expectativa do governo é que as medidas impactem o preço do gás de cozinha, a indústria e também a produção de energia elétrica, já que há usinas térmicas que usam gás natural como combustível.

Agência Brasil

Produção industrial baiana cai 10,1% em março e registra pior média do mês desde 2002

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (8), apontam que a produção industrial baiana caiu 10,1% de fevereiro para março deste ano.

Reprodução

O próprio levantamento, fruto da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional (PIM-PF Regional), destaca que esse é o pior resultado registrado no estado em março desde 2002. Na análise de todos os meses do ano, foi o pior desempenho desde maio de 2018, quando a produção industrial baiana havia recuado 13,8% sob influência da greve dos caminhoneiros.

Segundo informações do instituto, a retração frente à fevereiro passado foi a segunda maior dentre as 15 áreas pesquisadas, ficando atrás apenas do Pará, cuja queda foi de 11,3%. Essa retração também foi significativamente maior que a da indústria do país como um todo, de 1,3%.

Reprodução/IBGE

Já em comparação com março de 2018, o desempenho foi negativo, de -6,6%, mas ficou um pouco mais próximo da média nacional, de -6,1%. :: LEIA MAIS »

TV Bahia fecha sucursais no interior do estado

A Rede Bahia continua enfrentando um duro processo de reestruturação em seu quadro se funcionários. Segundo informações obtidas pelo BNews, a TV Oeste, afiliada do grupo em Barreiras, está finalizando as atividades de televisão.

Reprodução

Os telejornais produzidos na região foram encerrados, culminando na demissão de todos os funcionários que trabalhavam em estúdio. Um quadro total de 40% dos trabalhadores de redação também está sendo desligado.

A empresa, agora, funcionará apenas como um escritório da Rede Bahia.

Demissões em massa
Na semana passada, o BNews noticiou que o número de dispensas dentro de toda a Rede Bahia pode passar dos 100. Os desligamentos ocorrem praticamente todas as empresas do grupo, principalmente na área do jornalismo.

Uma das demissões que mais chamaram a atenção foi a da apresentadora e repórter Anna Valéria, um dos medalhões da casa. “Como um casamento que acaba, eu a a TV Bahia estamos encerrando um ciclo”, escreveu, um dia após a sua saída da TV. :: LEIA MAIS »

BAHIA: Aneel reajusta tarifas de energia e em mais três estados; mudança começa dia 22

Um reajuste tarifário nas contas de luz de consumidores da Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará foi aprovado nesta terça-feira (16) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Reprodução

Os novos valores passam a ser cobrados a partir do dia 22.

Os consumidores residenciais baianos serão impactados por um reajuste médio de 6,22%, segundo a Agência Brasil. Para os consumidores atendidos em baixa tensão, o aumento médio, residenciais e comerciais será de 6,67%. Já para os consumidores atendidos em alta tensão, industriais, o aumento será de 5,09%. A empresa atende 6 milhões de unidades consumidoras.

De acordo com a Aneel, a revisão tarifária periódica “reposiciona as tarifas cobradas dos consumidores após analisar os custos eficientes e os investimentos prudentes para a prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica”.

Bahia Notícias

Governo Federal libera a exploração de petróleo nas proximidades de Abrolhos

Foi noticiado hoje (9), que Governo Federal, liberou a exploração de petróleo nas proximidades de Abrolhos.

Reprodução

O Arquipélago dos Abrolhos localiza-se no Oceano Atlântico, no sul do litoral do estado da Bahia. É constituído por cinco ilhas, estando a trinta e seis milhas náuticas da costa de Caravelas. As cinco ilhas do arquipélago são: Ilha de Santa Bárbara, Ilha Siriba, Ilha Redonda, Ilha Sueste e Ilha Guarita.

Notícia preocupante, pois o local é caracterizado por sua beleza natural e biodiversidade, além de ser considerado como um berçário para as baleias jubarte.

Com a exploração liberada, á possibilidade de vazamentos de petróleo, oque causaria a poluição e perca de uma área tão rica em beleza exuberante

Até o momento não foram divulgadas maiores informações sobre a decisão .

Governo quer reduzir pela metade o preço do gás de cozinha, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira, 9, que o governo pretende reduzir pela metade o preço do gás de cozinha no País em dois anos. De acordo com o ministro, para conseguir essa redução, é preciso quebrar o monopólio do refino e da distribuição.

Reprodução

“Daqui a dois anos, o botijão de gás vai chegar na metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar esses monopólios e vamos baixar o preço do gás e do petróleo com a competição”, disse Guedes.

Ao participar da 22ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, em Brasília, Guedes disse que o monopólio da Petrobras no refino do gás torna o preço do produto mais caro no Brasil. O ministro afirmou ainda que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, especificamente da exploração da camada do pré-sal.

Guedes defendeu junto aos prefeitos a aprovação da reforma da Previdência, ressaltando que a reforma vai liberar recursos para os entes municipais. “Todos já sabemos que a reforma da Previdência é importante também para municípios e estados”, afirmou.

O ministro disse ainda que o governo trabalha para unificar ainda este ano até cinco tributos e que se a mudança for efetivada a arrecadação será compartilhada com estados e municípios.

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