WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

julho 2019
D S T Q Q S S
« jun    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

:: ‘Ciência’

REAL: Asteroide de 55 milhões de toneladas está vindo em direção à Terra

Segundo informa o portal Express, citando dados da NASA, o asteroide FT3 com potência de destruição equivalente a 2.700 megatons de TNT vai passar pela Terra daqui a alguns meses, com uma chance de colisão, caso mude de rota.

Por exemplo, a bomba nuclear que foi lançada em Hiroshima tinha 15 quilotons de TNT.

objeto espacial vai passar perto do nosso planeta no dia 3 de outubro de 2019. De acordo com o portal, NASA espera que este “voo” seja o primeiro dos 165 casos previstos de aproximações entre 2019 e 2116.

De acordo com a agência espacialnorte-americana, “a probabilidade de impacto e o risco associado tenderão a aumentar à medida que observações forem sendo acrescentadas”, e ela ainda adicionou que, “eventualmente, a probabilidade de impacto cairá abruptamente a zero ou, se o asteroideestiver realmente em uma trajetória de colisão, a probabilidade continuará crescendo até atingir os 100%”.

O portal também informa que se ocorrer a colisão do FT3 com a Terra, a velocidade de asteroide ao entrar na atmosfera da Terra será de cerca de 20 km/s. / Sputniknews.

Nasa anuncia duas missões para estudar o Sol e sua influência no espaço

A agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) anunciou duas novas missões para estudar o Sol do nosso sistema solar. O objetivo é aumentar o conhecimento sobre ele e seus “efeitos dinâmicos no espaço” ao seu redor.

Reprodução

A Nasa divulgou nota na última quinta-feira (20), afirmando que uma das missões vai estudar como o Sol exerce influência sobre partículas e energia no sistema solar. A outra pesquisa vai estudar a reação da Terra.
“O Sol gera uma vasta efusão de partículas solares conhecidas como vento solar, o que pode criar um sistema dinâmico de radiação no espaço chamado de ‘clima espacial'”, explicou a agência segundo o G1.
O motivo dado pela Nasa, é da necessidade de melhorar os conhecimentos sobre o “clima espacial” e sua interação com a Terra e a Lua para poder minimizar seus eventuais efeitos negativos. A eficácia do programa espacial Ártemis, por exemplo, que pretende enviar uma missão tripulada à Lua, depende desse tipo de descoberta.
Nasa estima que próxima missão tripulada na Lua custará US$ 30 bi.A primeira missão das duas anunciadas, chamada “Polarimeter to Unify the Corona and Heliosphere” (PUNCH), vai se concentrar na atmosfera que está ao redor do Sol, a “corona”, e estudar a forma como produz o vento solar. Ela vai analisar as emissões que saem da massa solar, como erupções que podem ter algum impacto na Terra.
“Essas duas missões farão ciência de grande escala, mas também são especiais porque virão em pequenos pacotes. Isso quer dizer que podemos lançá-las juntas e obter mais pesquisa pelo preço de um único lançamento”, disse o administrador-associado da diretoria de missões da Nasa, Thomas Zurbuchen. / G1

A lua está diminuindo de tamanho e enrugando, diz estudo da Nasa

Satélite natural da Terra está perdendo temperatura e deve ter encolhido cerca de 50 metros nas últimas centenas de milhões de anos.

Reprodução

A Nasa divulgou nessa segunda-feira (13) um estudo que concluiu que a Lua está diminuindo de tamanho e enrugando. Os cientistas estimam que o satélite natural da Terra perdeu 50 metros nas últimas centenas de milhões de anos.
Conforme a Lua diminui de tamanho, sua superfície adquire novas falhas e depressões. Essas alterações do relevo podem alcançar dezenas de metros de altura e se estendendo por vários quilômetros.
“Nossa análise dá a primeira evidência de que essas falhas ainda estão ativas e provavelmente produzindo tremores, à medida que a Lua continua a esfriar e encolher gradualmente”, diz Thomas Watters, cientista sênior do Centro de Estudos da Terra e Planetas do Instituto Nacional do Ar e do Espaço dos EUA.
Os dados usados na pesquisa foram coletados por sismógrafos instalados durante a missão Apollo 11, que levou o homem à Lua pela primeira vez. Esses equipamentos conseguem medir os tremores que ocorrem em uma determinada região lunar.
Outra evidência das mudanças que estão ocorrendo, foi obtida pela sonda LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter Camera), que fotografa a Lua desde 2009. O equipamento revelou que uma região próxima ao polo Norte também está ganhando pequenas elevações e inclinações.

R7

MUNDO: Pesquisa indica descoberta de nova espécie humana nas Filipinas

Um artigo científico publicado na revista Nature desta quarta-feira (10) traz evidências do que pode ser uma grande descoberta: uma nova espécie humana, provavelmente mais baixa e com uma mistura de traços arcaicos e modernos, que os pesquisadores deram o nome de ‘Homo luzonensis’.

Reprodução

O H. luzonensis teria vivido na caverna de Callao, na ilha de Luzón, nas Filipinas, entre 67 mil e 50 mil anos atrás. Foi lá que foram encontrados treze pequenos fósseis: dentes, falanges do pé e da mão, e fragmentos de fêmur. Dois destes fragmentos de fóssil deram a pista sobre o período de vida da espécie através da datação radiométrica.
A nova espécie apresenta ao mesmo tempo “elementos e características muito primitivas semelhantes aos do Australopithecus e outras, modernas, próximas aos do Homo sapiens”, ressalta Florent Detroit, paleoantropólogo do Museu do Homem e principal autor do estudo.

Caracterísitcas

O ‘Homo luzonensis’ “era provavelmente pequeno, se julgarmos pelo tamanho de seus dentes”, mas “não é um argumento suficiente” para afirmá-lo, indica o pesquisador.
Segundo ele, a espécie não é um ancestral direto do homem moderno, mas sim uma espécie vizinha, contemporânea do Homo sapiens, mas com várias características primitivas.
Tratam-se dos restos humanos mais antigos encontrados nas Filipinas, precedendo os primeiros ‘Homo sapiens’ datados de 30.000 a 40.000 anos encontrados na ilha de Palawan, a sudoeste do arquipélago.

:: LEIA MAIS »





WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia