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:: 12/jun/2019 . 21:27

MINAS GERAIS: Polícia prende traficantes autores de homicídios em Almenara

A Polícia Militar de Minas Gerais continuou o rastreamento para prender o autor dos disparos que ceifaram a vida de Nangles Pereira dos Santos, ocorrido na tarde de segunda-feira (10) no Bairro Panorâmico em Almenara MG.

Reprodução

Os policiais montaram vigilância nas proximidades do local do homicídio desde o amanhecer onde também residem os autores e, por volta de 10 horas conseguiram avistar os dois foragidos no alto de um morro em meio ao mato.
Os policiais militares cercaram o local e conseguiram prender Jonathan Silva Rodrigues vulgo “Jhow”, autor dos disparos. Com ele foram apreendidas duas armas de fogo, sendo uma garrucha de fabricação artesanal e um revólver calibre .32 que foi utilizado no crime. O outro indivíduo conseguiu fugir devido as condições do terreno.
Jonathan afirmou para a PM que seria ele mesmo o autor dos disparos e que os outros comparsas foram utilizados para dar respaldo a ação. Ainda informou que o crime foi motivado por conta de uma dívida de drogas, onde a vítima seria quem guardava a droga da quadrilha e teriam sumido com 40 gramas de cocaína e que o mesmo não pagaria e ainda teria debochado da situação. Segundo Jonathan, ele teria recebido a ordem de um outro indivíduo da quadrilha para matar Nangles.
Jonathan foi apreendido há pouco tempo quando ainda quando era menor de idade portando 28 quilos de maconha. Segundo o jovem, ele teria ficado com uma dívida de R$ 7.000,00 com o dono da droga e teria recebido a ordem para matar Nangles e assim seriam abatidos R$ 2.000,00 da dívida. Jonathan ainda informou que o mandante seria Bryan Silva Carmona, morador da cidade de Jequitinhonha-MG.
A polícia militar foi até Jequitinhonha-MG e fez a prisão de Bryan por envolvimento no homicídio, e prendeu novamente em Almenara Valter Ferreira Lopes vulgo “Neto” comparsa de “Jhow”.
A polícia militar ainda procura pelo outro envolvido Guilherme Ferreira Santos vulgo “De Banda”. :: LEIA MAIS »

FUTEBOL: Abertura da Copa América terá 10 minutos de duração e muita tecnologia

Na festa 12 crianças representarão os países participantes do torneio.

O ex-lateral da Seleção Brasileira, Cafu, posa com o mascote da Copa América Brasil 2019, no Estádio do Morumbi, zona oeste de São Paulo.

Com 400 pessoas em cena, 100 músicos e muita tecnologia, a cerimônia de abertura da Copa América vai mostrar o sonho de 12 crianças, cada uma representando um dos países que participarão da competição. Segundo os organizadores da Copa, a história das crianças será contada em duas partes: a primeira, no início, e a segunda, no encerramento da cerimônia, que terá início as 21h10 de sexta-feira (14), no estádio do Morumbi, em São Paulo.
“É a primeira vez, em grandes eventos, que a gente conta [uma história] neste formato [dividida em duas partes]. Desta vez, o Brasil, como anfitrião, convida toda a América do Sul para contar uma história juntos. Os protagonistas serão os 12 países juntos, com os dois convidados [Japão e Catar]”, disse o diretor artístico da cerimônia, Edson Erdmann. “A plateia do estádio vai participar e vai contar a história junto”, ressaltou.
Erdmann lembrou que os espetáculos que abriram a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016, contaram a história do Brasil. “Agora teremos ancestrais de todos os países convidados e vamos contar a história da América do Sul”, afirmou.
Durante a cerimônia será cantada a música-tema da Copa América deste ano, Vibra Continente, escrita por Rafinha RSQ, Léo Santana, Karol G e Ovy On the Drums. A canção, que será interpretada por Léo Santana e pela colombiana Karol G, mistura o swing latino e o funk.
A organização ainda não sabe quantos chefes de Estado vão participar do jogo de abertura da Copa América, entre Brasil e Bolívia. Até este momento, apenas o presidente Jair Bolsonaro e o emir do Qatar, Tamim bin Hamad al Thani, confirmaram presença.

Fachada do Estádio do Morumbi, na zona oeste de São Paulo.

Das 12 seleções que vão participar do evento, oito já estão no Brasil, e duas chegam hoje (12): Peru e Japão. As equipes do Paraguai e do Uruguai chegam amanhã (13).
Os portões do Morumbi serão abertos quatro horas antes do início do jogo entre Brasil e Bolívia, marcado para as 21h30. A dica é que as pessoas usem o transporte público e cheguem cedo ao estádio, já que será proibido circular de carro dentro da área de segurança estabelecida ao redor de cada um dos estádios.

Agência Brasil

BRASIL: Trabalho infantil ainda é preocupante, diz fórum

País tem 2,4 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos trabalhando.

Reprodução

No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, lembrado hoje (12), a secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa Oliveira, afirmou que atualmente ainda há uma naturalização do trabalho infantil, como se fosse algo positivo para crianças e adolescentes.
“Mas é interessante observar que essa naturalização é para crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, que são vítimas de exclusão social”, disse. A secretária ressaltou que negros são maioria entre crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil.
Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2016 mostram que o Brasil tem 2,4 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos trabalhando. Os adolescentes pretos e pardos correspondem a 66,2% do total do grupo identificado em situação de trabalho infantil.
Em relação ao perfil econômico das famílias com crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, 49,83% têm rendimento mensal per capita menor do que meio salário mínimo, sendo consideradas família de baixa renda.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define como trabalho infantil aquele que priva as crianças de sua infância, seu potencial e sua dignidade. É também a forma de trabalho prejudicial ao desenvolvimento físico e mental das crianças, aquela as priva de oportunidades de frequentar a escola.
“O trabalho infantil expõe crianças e adolescentes a muitos riscos de acidentes, de mutilações, de adoecimento e de óbitos, no momento de desenvolvimento que requer muito cuidado, proteção e atenção”, afirmou a secretária-executiva.
A coordenadora do fórum diz que, apesar da redução registrada nos últimos anos, o cenário do trabalho infantil ainda é preocupante no Brasil, sobretudo na faixa etária entre 14 e 17 anos. Ela cita que de 1992 a 2015 houve redução de 65% no número de crianças e adolescentes nesta situação. As ações de fiscalização e programas de transferência de renda como a condicionalidade de frequência escolar estão entre as principais contribuições para o avanço na redução do problema, segundo afirmou.
“A principal estratégia é articular a inclusão escolar, mas garantindo que as crianças e adolescentes permaneçam na escola, aprendam e concluam o ensino básico. Essa estratégia precisa estar articulada com a política de assistência social que tem a responsabilidade de assegurar a proteção social.”

CONFIRA A LISTA COMPLETA DAS REGIÕES

Agência Brasil





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