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ITARANTIM: Do progresso ao regresso

Fundada no dia 15 de Junho de 1946, inicialmente como Acabajá, depois Nova Esperança, Itarantim que em Tupy Guarani significa “Diadema de Pedra” é conhecida pela sua produção de cachaça, bebida alcoólica tipicamente brasileira e tem sua economia baseada na agricultura e digamos, “algumas indústrias”.
De acordo com o IBGE, no Censo de 2010, a população itarantiense era de 18.539 habitantes, porém, diante de muitas dificuldades, esse número aumentou com a chegada de uma indústria calçadista na cidade e chegou até 2018 com o número de 19.646 habitantes.

Reprodução

Outrora, a cidade mais acolhedora da região, desenvolvida às margens do Rio Jundiá, notou um desenvolvimento promissor e “poderia” e pode ainda, diga-se de passagem, chegar a bons números na sua economia local. Isso se os políticos, sejam eles de qualquer esfera, federal, estadual, municipal, os pecuaristas, produtores rurais e empresários investissem na cidade.
Diante da politicagem, a cidade sofre com aqueles que dizem: “estando bem para mim, tá ótimo!”.
Apesar de estarmos no século XXI, século marcado pelo avanço tecnológico, facilitando assim nossas vidas, observamos que Itarantim tem andado para trás em muitos aspectos, sofrendo com grandes problemas sociais como moradias próximas aos esgotos a céu aberto, falta de saneamento básico, ruas esburacadas sem limpeza, sem pavimentação, terrenos com o mato invadindo ruas e residências alheias, lixo espalhado pelas ruas e em terrenos baldios, além de muitas ruas estarem às escuras, falta de um adequado ensino (sem ofensas aos profissionais da educação, pois temos um quadro qualificado, faltando apenas incentivo financeiro por parte do município), falta de assistência médica à todos (lembrando que o Hospital Regional de Itarantim – HRI, necessita urgentemente de reforma e aparelhagens novas), são carências que a cidade sofre.
Uma cidade para progredir precisa de meios básicos necessários para isso. Sem o ensino médio completo, sem saúde, sem moradia, sem segurança, onde os Guardas Municipais estão sem viatura, a polícia necessitando de apoio de veículos de outras cidades.

Como é possível evoluir, com os nossos jovens se drogando, traficando e morrendo mais cedo?
Enquanto isso, uma minoria diz que está sendo feito o possível para melhorar.
É de dar frouxos de risos quando o prefeito divulga medíocres ações como patrolamento de estradas vicinais que são de importância básica a cada três a cinco meses. É de dar frouxos de risos quando o prefeito manda para a Câmara de Vereadores um projeto que prevê a realização de concurso público em áreas como saúde, educação entre outras, sendo que muitos fizeram concurso em 2013 e até hoje lutam na justiça para terem seus direitos adquiridos reconhecidos.
É de dar tristeza quando vereadores que prometeram mundos e fundos, fazem vista grossa para as dificuldades do município, se calam e ainda por cima zombam do povo e brigam entre sí por coisas deles.
É de dar tristeza quando vemos a barragem que abastece a cidade naquelas condições. Seca, suja, nascente sem reflorestamento e pior, sem perspectiva de melhoras.
É de dar frouxos de risos quando o poder público, “desconhece” os fatos. A biblioteca municipal está fechada e sem reforma (o vice-prefeito disse que não sabia).
É de dar tristeza quando observamos que escolas estão sem reformas.
É de dar tristeza quando observamos que grandes movimentos tradicionais da cidade como as micaretas, aniversário da cidade e o São João vem acabando a cada ano com atrações pífias na desculpa de valorizar os artistas locais e por falta de verbas.

É de dar tristeza quando vemos a praça Luiz Viana Filho dilacerada para reforma e as datas previstas para entrega não cumpridas. Orçada num valor altíssimo e ninguém sabe nem quem é a empresa responsável pela obra.

Praça Luiz Viana Filho

É de dar tristeza quando vemos que Itarantim não tem uma rua asfaltada em pleno século XXI.
É de dar tristeza quando vem verba para construção de um posto de saúde e uma escola no Senhor do Bonfim e ninguém sabe o que houve que essa obra não sai.
É de dar tristeza quando vemos os grandes pecuaristas e empresários locais que poderiam juntar-se, formar uma cooperativa e investirem na cidade.

É de dar tristeza quando vemos o povo trocar o voto por migalhas. Gente que poderia fazer muito pelo município, tiveram seus sonhos e idéias jogados por terra por pessoas que só pensaram em sí próprias.
É de dar tristeza quando observamos a população migrar para outras cidades da região e grandes centros em busca de melhores condições de vida e emprego.


É de dar tristeza quando vemos que a população como um todo, poderia dar as mãos e não dão.
Por conta do egoísmo político a cidade sofre, quando todos juntos poderiam fazer a diferença.
Cadê a oposição política da cidade que não se manifesta? Mas a mesma quer votos ano quem vem.
Temos certeza que aqui serão tecidos comentários de pessoas que defenderão A, B e C, porém, a nossa intenção não é denegrir nem difamar ninguém, apenas conscientizar aqueles que estão de olhos fechados para a realidade. Ah, o país está em crise! Está muito difícil! Lembro que é na crise que temos boas oportunidades de crescimento. É só saber explorar isso.
Conclui-se que a população deve estar mais presente diante dos problemas horríveis e dificuldades do município. A partir disso, uma das soluções seria dar as mãos e criar novas fundações ajudando em todas as áreas podendo ter assim associações com empresas. Desse modo, o município vai estar a caminho do progresso.

CLIQUE AQUI E VEJA IMAGENS ATUAIS.

Itarantim Online

2 respostas para “ITARANTIM: Do progresso ao regresso”

  • Diego says:

    Uma dica construtiva para textos do site, fiquem atentos com tamanha redundância, muita repetição de “É de dar frouxos de risos e É de dar tristeza, tanta redundância deixou o texto cansativo, procurem palavras alternativas.

  • Gilmar de Oliveira Freitas says:

    Infelizmente! Mas, temos que fazermos a nossa parte em vez de , ficarmos só reclamando e apontando erros. Sugiram, participem, cobrem e façamos a nossa parte. Abraços.

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